CÉUS MAIS SEGUROS COM O SISTEMA RBS 70 NG

De megaeventos ao campo de batalha, os recursos do sistema de defesa antiaérea de última geração da Saab, RBS 70 NG, otimizam a segurança aérea reduzindo o risco de incidentes de fogo amigo.

Raramente vemos eventos mais grandiosos que os Jogos Olímpicos Rio 2016. Realizados no Brasil no início do ano passado, os Jogos atraíram cerca de 500 mil visitantes ao Rio de Janeiro e foram assistidos por uma audiência global de cerca de quatro bilhões de pessoas.

Enquanto os Jogos Olímpicos, Paralímpicos e outros megaeventos como o Campeonato Europeu de Futebol da UEFA de 2016 em Paris (França), possuem um enorme potencial para unir os povos, eles também apresentam um grande desafio para os países sede, que ficam encarregados de garantir a segurança dos participantes e dos expectadores.

A manutenção de um alto nível de proteção aérea é particularmente desafiadora, devido aos ambientes urbanos densos onde tais eventos são realizados e ao grande número de movimentos de tráfego aéreo gerado por estes eventos.

Nos últimos anos, a crescente disponibilidade de veículos aéreos não tripulados complicou ainda mais a situação, aumentando substancialmente o potencial de ameaças aéreas graves.

A nova geração do sistema terrestre de defesa antiaérea RBS 70 da Saab é uma ferramenta inestimável para que os países sede de megaeventos aprimorem a segurança aérea e protejam a vida humana. Ele apresenta um sistema de mira integrado, alcance inigualável e um sistema de orientação a laser à prova de interferências.

Otimizado para uso em espaço aéreo congestionado

Emil Holm, diretor do Suporte Técnico de Vendas na unidade de negócios de Sistemas de Mísseis da Saab, afirmou que o sistema otimiza as chances de neutralizar ameaças em espaços aéreos congestionados, aumentando significativamente a segurança das pessoas presentes nos eventos. “O Sistema RBS 70, incluindo o novo RBS 70 NG, oferece comando de autodestruição de mísseis e seleção do ponto de impacto”, comentou. “Com recursos integrados de Identificação Amigo ou Inimigo (Friend-or-Foe) e de rastreamento ótico do alvo até a interceptação, o operador do sistema RBS 70 está no comando do que o míssil atinge ou não atinge, reduzindo o risco de fogo amigo e aumentando a probabilidade de destruição do alvo”.

Um recurso importante do sistema é a sua função de rastreamento baseada em análise de vídeo. “Isso aumenta o nível de precisão do sistema, que já é alto, reduzindo a carga de trabalho e a pressão sobre o operador”, afirmou Holm. “O operador continua no controle e pode, sempre que desejar, anular o rastreador e corrigir o ponto de mira, alterar o alvo ou tornar o controle totalmente manual e realizar o ajuste fino da mira por meio do joystick. Isto aumenta a facilidade no uso e a precisão, mas, o que é mais importante, mantém um ser humano no circuito”.

Alcance de interceptação de nove quilômetros

Holm afirmou que diversos outros recursos aumentam a eficiência do sistema, incluindo a cobertura desde altitudes elevadas até o nível do solo. “O alcance de interceptação do RBS 70 é de mais de nove quilômetros, o que significa que, em alguns casos, o operador pode disparar quando o alvo estiver a cerca de 15 quilômetros”, disse. “O sistema de orientação do sistema RBS 70 não é afetado por interferências de fundo, tais como telhados quentes, incêndios e outras áreas de calor (hotspots)”.

Além de grandes eventos, o sistema RBS 70 é totalmente adequado ao uso na defesa de áreas civis e militares de alto valor, bem como em instalações de infraestrutura estratégica, tais como usinas de energia e centros de comunicação.

Proteção móvel em combate

O sistema é extremamente importante em situações de combate, onde a sua operação pode ser melhorada ainda mais por meio do acoplamento a um veículo, permitindo uma mobilidade aprimorada e a proteção do operador. “Isso pode ser uma vantagem quando designado para a proteção de uma unidade móvel, como um batalhão blindado”, observou Holm. “Ele também é importante durante a operação em ambiente hostil, quando existe a necessidade de proteção balística”.